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09/10/2018

Bovespa opera em alta, após saltar mais de 4% na véspera

G1

O principal índice da bolsa brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (9), após ter disparado mais de 4% na véspera, com volume recorde de negociações.

Às 14h38, o Ibovespa subia 0,17%, a 86.232 pontos. Veja mais cotações.

O mercado acionário tem como pano de fundo um cenário externo desfavorável e um movimento de realização de lucros, enquanto agentes financeiros aguardam novidades no cenário eleitoral no país, entre elas a pesquisa Datafolha, prevista para a quarta-feira, assim como sinalizações referentes a possíveis integrantes do próximo governo, destaca a agência Reuters.

Destaques

A Petrobras avançava, com a alta dos preços do petróleo no exterior, após subir 11% na segunda-feira, quando reagiu ao notíciário eleitoral e várias casas elevaram a recomendação para os ADRs da companhia, entre elas o JPMorgan.

Vale subia, recuperando-se de perdas na véspera, conforme mineradoras no exterior também mostravam trajetória positiva.

Marfrig tinha forte valorização, tendo no radar que o órgão regulador da concorrência dos EUA aprovou a venda da sua unidade Keystone Foods. "As demais aprovações, para a conclusão final da transação, seguem em andamento", disse em comunicado.

Cemig recuava, após disparar quase 18% na véspera, reagindo à votação para o governo de Minas Gerais.

Eletrobras caía, após saltar mais de 18% no primeiro pregão da semana, embalada por expectativas relacionadas às eleições no país.

BRF se desvalorizava, após encontro da empresa com investidores na segunda-feira. Analistas do UBS reiteraram recomendação de venda dos papéis, citando que a empresa pode demorar mais tempo do que o mercado espera para se recuperar.

Último pregão

No pregão anterior, o índice fechou em alta de 4,57%, a 86.083 pontos, na maior alta diária desde 17 de março de 2016, com o mercado reagindo com euforia o resultado do 1º turno das eleições. Na máxima da sessão, a alta chegou a 6,09%, aos 87.333 pontos, maior patamar intradia desde março, se aproximando da máxima histórica registrada em 26 de fevereiro (87.652).


O ganho foi puxado pelas ações de companhias de controle estatal, como Petrobras, que avançaram quase 11%, em sessão com volume financeiro de R$ 27,6 bilhões, recorde para um dia em sessão sem vencimento de opções.

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